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Transição de carreira para a área de design de interiores: o guia para reinventar sua profissão

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Mudar de carreira para design de interiores exige organização, planejamento e dedicação para passar por esse processo com mais tranquilidade, segurança e previsibilidade.

Quer fazer a transição, mas não sabe por onde começar? Sem problemas. Aqui, você confere um guia completo para iniciar uma segunda carreira em design de interiores de forma estruturada e profissional. Vamos lá?

A imagem mostra um exemplo de cômodo decorado por um Designer de Interiores

Invista em uma formação na área de design de interiores

A transição de carreira para design de interiores exige mais do que ter bom gosto ou afinidade com decoração. O mercado demanda conhecimento técnico especializado e domínio de normas. 

É aí que entra a formação na área. Fazer um curso profissionalizante dá ao aluno o conhecimento necessário para realizar suas atividades com excelência, de modo a fidelizar e atrair clientes com maior facilidade.

A formação fortalece o currículo e dá credibilidade ao profissional, ampliando as chances de conquistar uma vaga. Se a ideia é fazer a transição profissional para design de interiores, o curso é indispensável.

Desenvolva e alimente sua criatividade

A profissão de designer de interiores exige criatividade para desenvolver projetos únicos, alinhados às expectativas dos clientes. Por isso, é importante desenvolver e alimentar essa habilidade no dia a dia.

Mas como fazer isso? Há várias dicas que funcionam, como criar um diário visual físico ou digital. Esse diário deve reunir referências de ambientes, cores, materiais, iluminação, mobiliário, texturas e soluções funcionais. O objetivo não é copiar, mas ter referências que ajudarão a elaborar projetos únicos. 

Adquira experiência na prática

Colocar em prática os conhecimentos adquiridos na formação dá mais segurança para realizar um trabalho de qualidade. O melhor? É possível aplicar seus conhecimentos antes da contratação por uma empresa ou cliente.

Existem diferentes formas, como redecorar sua própria casa ou de parentes e amigos. Faça todo o processo igual faria para um cliente. Isso envolve pesquisas, elaboração de projeto, estudo de preços, busca de fornecedores, entre outros. 

Os projetos pessoais, para familiares ou amigos não servem apenas para treinar seus conhecimentos. Eles também podem ser utilizados como material para seu portfólio.

Também há a possibilidade de pedir a um designer experiente para acompanhá-lo, seja como assistente ou observador. Assim, poderá entender como funciona o mercado e a relação com fornecedores e clientes.

Elabore um currículo atraente

O currículo em design de interiores não deve se limitar ao texto. Ao migrar de carreira, é importante pensar nele como uma peça visual de divulgação do seu trabalho.

Coloque informações básicas de contato, formação e projetos (com imagens) que já realizou. Não precisa ser todos, inclua os mais representativos, aqueles que você mais gostou de fazer e do resultado.

Há, ainda, a possibilidade de incluir um link para seu portfólio digital (site ou rede social), onde o contratante pode obter mais detalhes sobre projetos, inclusive verificar mais imagens.

A imagem mostra uma Designer de Interiores que vai além do digital

Monte um portfólio

O portfólio é uma peça importante de divulgação de seu trabalho. Se sua ideia é mudar para design de interiores, dedique um tempo para montar (e atualizar) o seu, para ter um material que ajudará a conseguir novos clientes.

Foque em mostrar o processo, não apenas resultado. Não coloque somente fotos dos ambientes, insira também detalhes sobre como fez aquele projeto. Isso demonstra capacidade de pensar o espaço de forma técnica e estética.

Uma dica que ajuda muito na montagem do portfólio para profissionais em transição é escolher um curso em que o aluno realize projetos na prática. Dessa forma, você garante o material necessário para construir o portfólio inicial.

Não fique somente no online

A internet ajuda bastante no trabalho do designer, mas não resuma seu trabalho ao universo online. Conhecer materiais fisicamente é indispensável. Visitar lojas, marcenarias, showrooms e fábricas permite entender texturas, acabamentos, pesos, encaixes e limitações.

O contato direto diferencia quem somente projeta de quem realmente especifica com segurança. A vivência prática acelera a confiança e melhora a comunicação com fornecedores e clientes, minimizando retrabalhos, prejuízos e insatisfações com o trabalho.

Conheça os pilares essenciais para abrir um negócio próprio

Muitos profissionais em segunda carreira em design de interiores têm como objetivo empreender. Se esse é o seu caso, é importante conhecer os pilares essenciais para o sucesso do negócio.

O primeiro é o cliente: procure entender o perfil, expectativas e limites orçamentários. O segundo é a experiência prática, construída aos poucos e de forma responsável.

Fornecedores confiáveis formam outro pilar, assim como a definição clara de limites profissionais. Saber até onde vai sua atuação, quando terceirizar e como precificar corretamente evita desgastes e prejuízos no início da jornada.

Curso de design de interiores IBDI: formação para quem quer mudar de área

Quer mudar de área ou complementar sua formação, mas não sabe onde fazer curso de design de interiores? O IBDI disponibiliza uma formação profissional reconhecida pelo MEC e que permite registro no CFT.

Os alunos IBDI têm acesso a licenças de softwares como AutoCAD, SketchUp e Promob e contam com a flexibilidade do modelo EAD, podendo estudar em qualquer lugar.

Se você está pronto para dar o próximo passo na sua migração de carreira, conheça o curso de design de interiores e faça como o aluno Francisco Brito, arquiteto que se formou pelo IBDI e esteve na II Mostra de Arquitetura e Design assinando um ambiente para o evento. Garanta sua vaga!

 

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